Arquitetura e Urbanismo: confira tudo sobre o assunto

Arquitetura e Urbanismo: confira tudo sobre o assunto

Atuar na transformação da paisagem de uma avenida ou de um bairro, trazendo não apenas beleza, mas a funcionalidade de que precisamos no nosso dia a dia — ser um arquiteto urbanista é ter a certeza de entrar em um universo de criação de espaços. Entretanto, o curso de Arquitetura e Urbanismo lida não só com a arte, mas também com os cálculos, vale dizer.

Nesse caso, a formação envolve desafios que vão além dos lápis e das pranchetas. Ao longo da graduação, os estudantes mergulham em Unidades Curriculares que abrangem desde a História da Arte e da Arquitetura até as Tecnologias de Construção Inovadoras e os Cálculos Estruturais.

Trata-se de um processo de aprendizado que não se limita à sala de aula, promovendo a interação com a sociedade. Seja em um projeto residencial, seja no planejamento urbano, o profissional formado tem o “poder de melhorar” uma cidade; o espaço à volta.

E aí? Topa conhecer mais a fundo a formação, desde o curso de Arquitetura e Urbanismo até o dia a dia depois da conclusão da graduação? Continue a leitura deste post!

O que é Arquitetura e Urbanismo?

Em termos simples, trata-se de uma área fundamental para a construção civil, que está ligada ao design e à criação de espaços. Seja na idealização de uma casa ou de uma praça, seja na projeção de um prédio público ou de um edifício privado, ambos os campos são ideais para quem gosta e domina o desenvolvimento de planejamentos.

Nesse sentido, é válido pontuar que a Arquitetura não está relacionada só à beleza de uma edificação, mas também à sua funcionalidade, como vimos brevemente na introdução, lembra? Então, na concepção de uma obra, o arquiteto e urbanista tem que trabalhar na elaboração de um projeto que atenda às necessidades práticas dos usuários. Mas, ao mesmo tempo, buscando se expressar de forma artística.

Por outro lado, o Urbanismo trata, de fato, do planejamento urbano, considerando o desenvolvimento organizado de uma cidade. Portanto, o urbanista deve pensar na mobilidade, na infraestrutura e no uso eficiente do espaço. Basicamente, a ideia é atuar na criação e na melhoria de cidades e de comunidades, tornando-as mais funcionais.

Imaginemos, por exemplo, a criação de uma avenida. Você consegue visualizar mentalmente que o trabalho do arquiteto urbanista envolve diversas etapas que visam a criar um espaço urbano funcional, esteticamente agradável e seguro?

Para tanto, na prática, inicialmente, é feito um estudo para entender as necessidades da região e da comunidade. Desse modo, são definidos os objetivos para a avenida, levando em consideração a mobilidade, a acessibilidade e a integração com o entorno.

Posteriormente, é feito o projeto viário, incluindo as faixas de tráfego, as calçadas, as ciclovias e os estacionamentos. Digamos que esse é “o lado urbanista” da profissão. Depois, por fim, há a questão do paisagismo, do design do canteiro central e afins, que seriam funções mais ligadas ao arquiteto.

Qual é a diferença entre Arquitetura e Urbanismo?

Na maioria das Instituições de Ensino Superior (IES), as áreas constituem a mesma graduação, mas existem, sim, pontos únicos entre ambas. Em uma escala de intervenção, a Arquitetura atua em menor proporção, projetando espaços mais restritos, como casas, escritórios ou edifícios. Já o Urbanismo trabalha em uma escala maior, lidando com o planejamento de cidades, bairros inteiros e áreas urbanas extensas.

Além disso, o tempo de intervenção pode variar, já que o arquiteto é mais focado em projetos de curto prazo, a exemplo da construção de um prédio, como dito. Por outro lado, quando falamos em cidades e na criação de planos diretores, as estratégias são de longo prazo, visando a um desenvolvimento sustentável.

Para fazerem esse trabalho global, os graduandos do curso de Arquitetura e Urbanismo veem a fundo diversos tópicos, como aqueles relativos ao uso do solo, ao transporte público, à infraestrutura e ao paisagismo. Dessa maneira, após a formação, eles se tornam profissionais aptos à criação de ambientes urbanos sustentáveis, acessíveis e socialmente equitativos.

Um aspecto relevante a ser destacado é o fato de que, apesar dessas diferenças, os profissionais atuam nas duas áreas. Eles colaboram tanto com uma visão mais focada — como é a da Arquitetura — quanto com uma percepção mais ampla — como a do Urbanismo, que envolve um bairro ou uma cidade inteiros.

Quais são algumas das áreas de atuação do arquiteto e do urbanista?

Inicialmente, é preciso ressaltar que falamos de duas carreiras bastante versáteis, ainda mais levando em conta a atuação na área da Arquitetura. Reforçando: como já vimos, existem profissionais mais focados em projetos particulares, e outros, em obras públicas.

No entanto, a seguir, vamos elencar algumas das áreas de atuação do arquiteto. Veja:

  • projetos residenciais;
  • projetos comerciais;
  • planejamento de indústrias;
  • planejamento de edifícios;
  • restaurações e conservações;
  • paisagismo;
  • design de interiores.

Já o urbanista, como dissemos, pensa “no todo”, podendo ser, inclusive, uma cidade inteira. Por isso, ele atua no desenvolvimento de planos junto a prefeituras para o crescimento e para a expansão de áreas urbanas, o que envolve, por exemplo:

  • o planejamento urbano;
  • a mobilidade urbana;
  • o desenvolvimento sustentável;
  • o planejamento regional;
  • a gestão ambiental urbana;
  • o planejamento de espaços públicos.

A propósito, muitos profissionais que focam o Urbanismo atuam dentro de secretarias, como as de Trânsito, as de Urbanismo e até as de Meio Ambiente. Portanto, eles podem, por exemplo, fazer o planejamento de sistemas de transporte público e/ou o uso correto do solo para evitar eventuais erosões.

Além disso, ambos os profissionais conseguem se envolver em outros campos. Dentre eles destacam-se a pesquisa acadêmica, a consultoria e o ensino, contribuindo para a melhoria da carreira como um todo.

O que se estuda em Arquitetura e Urbanismo?

Em primeiro lugar, é difícil categorizar essas duas áreas em Ciências Humanas ou em Ciências Exatas, já que o curso é abrangente e inclui uma variedade de Unidades Curriculares. Afinal, a intenção é preparar os estudantes para compreender e atuar nas áreas de design, de planejamento urbano, de construção etc.

Por isso, geralmente, dizemos que o curso está na área de Ciências Sociais Aplicadas. Isso porque, na prática, o profissional deve ter conhecimento em Exatas para fazer Cálculos Estruturais, de Fundação e de Formas. Mas, por outro lado, ele também passa pela área de Humanas para conhecer a Psicologia da Forma, a Evolução do Pensamento Arquitetônico e muito mais.

Entretanto, podemos apontar que, em Arquitetura e Urbanismo, os graduandos estudam, por exemplo:

  • História da Arquitetura e do Urbanismo;
  • Teoria da Arquitetura e do Urbanismo;
  • Desenho Arquitetônico e Urbano;
  • Construção e Tecnologia;
  • Planejamento Urbano e Regional;
  • Paisagismo e Meio Ambiente;
  • Infraestrutura Urbana;
  • Ética e Legislação;
  • Gestão de Projetos.

Essas Unidades Curriculares proporcionam uma base bem ampla para os futuros arquitetos e urbanistas. De forma geral, eles se tornam capacitados a enfrentar os desafios complexos relacionados ao design e ao planejamento de ambientes construídos.

Quais são as Unidades Curriculares básicas do curso?

A graduação em Arquitetura e Urbanismo tem uma grade curricular bem diversificada. Na formação acadêmica, é claro que cada Instituição de Ensino Superior (IES) monta a sua própria matriz curricular, mas as básicas geralmente incluem:

  • Introdução à Arquitetura e ao Urbanismo;
  • Desenho Arquitetônico e Urbano;
  • História da Arte e da Arquitetura;
  • Teoria da Arquitetura e do Urbanismo;
  • Construção e Materiais;
  • Infraestrutura Urbana.

Quais são as Unidades Curriculares específicas do curso?

Além das básicas, existem também aquelas próprias da graduação, que podem envolver combinações teóricas, práticas e técnicas. É claro que as Unidades Curriculares específicas variam um pouco entre as Instituições de Ensino Superior, bem como a frequência de aulas e no que se aprofundar, mas, geralmente, abarcam:

  • Projeto Arquitetônico;
  • Planejamento Urbano e Regional;
  • Tecnologia da Construção;
  • Paisagismo;
  • Topografia;
  • Geoprocessamento;
  • Conforto Ambiental;
  • Legislação Urbana;
  • Gestão de Projetos.

Assim, o graduando terá uma formação completa, abrangendo tanto os aspectos teóricos quanto os práticos do curso.

Como é o mercado de trabalho para Arquitetura e Urbanismo?

Inicialmente, vale pontuar que o ramo está diretamente ligado à economia do nosso país. Inclusive, a expectativa é de que, em 2024, a construção civil, que engloba as duas áreas, cresça 2,9%.

O crescimento, por sua vez, acaba refletindo em todas as áreas da construção. O censo mais recente feito pelo CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) mostrou — na seção “Trabalho” — que 87% dos profissionais formados no curso estão atuando na área.

Além disso, mais de 60% desses profissionais trabalham na área de arquitetura de interiores, e 49% atuam na concepção de Arquitetura e Urbanismo. Em busca de atualização na formação e de aperfeiçoamento profissional, mais de um terço do total dos profissionais da pesquisa têm pós-graduação e 63% pretendem fazer outro curso superior.

O levantamento também trouxe dados sobre a renda do profissional, apontando que 51% são empreendedores na área de Arquitetura. Ou seja, eles têm um escritório próprio. Outros 15%, por sua vez, são assalariados que compõem o quadro de pessoal de empresas privadas no ramo. 

Agora, no que tange às áreas de atuação, muito além das empresas especializadas, os talentos podem trabalhar em prefeituras e em secretarias municipais, estaduais e federais, participando do planejamento urbano, da regulação e da fiscalização de obras.

Nesse sentido, a pesquisa do CAU apontou que 11% dos profissionais exercem as suas funções no planejamento urbano e regional.

Qual é o salário médio de um arquiteto e urbanista?

Naturalmente, os vencimentos de um profissional da área variam significativamente com base em determinados fatores, como a experiência, a localização geográfica, a especialização, o nível educacional e o tipo de empregador. Entretanto, um profissional inicia ganhando em torno de seis salários mínimos para seis horas diárias de trabalho.

Já para os que atuam sete horas por dia, o rendimento pode chegar a 7,25 salários mínimos. Por fim, para oito horas diárias trabalhadas, o talento pode ganhar 8,5 salários. Os dados estão em conformidade com a lei de piso salarial do profissional.

No entanto, esses valores são médias. Ou seja, existem oscilações regionais, relacionadas à capacidade técnica, relativas ao nível de experiência e à apresentação de um bom portfólio. Para informações mais precisas, é aconselhável consultar os sindicatos ou órgãos reguladores da profissão de cada área da sua localidade.

Como se preparar para o vestibular de Arquitetura e Urbanismo? 

Ingressar em uma boa Instituição de Ensino Superior (IES), muitas vezes, tende a ser um desafio para o estudante. Inclusive, é por isso que iniciar a trajetória acadêmica requer dedicação e uma abordagem estratégica.

Isso mesmo! Não adianta apenas ter vontade de estudar. A organização e um bom planejamento são indispensáveis!

Inicialmente, entenda a estrutura do vestibular que você prestará, incluindo o número de questões e os tipos de provas, checando também se há redação. Entretanto, saiba que — além do modelo tradicional — algumas Instituições de Ensino Superior, atualmente, disponibilizam vários caminhos para que o estudante possa ingressar nos cursos disponíveis.

Na Anhembi Morumbi, além de usar a nota do Enem, é viável, por exemplo, aproveitar as Unidades Curriculares já cursadas em uma segunda graduação, “pulando algumas etapas”. Portanto, hoje em dia, não é apenas o vestibular que vai ajudá-lo a ingressar em uma boa IES.

O Enem, como vimos, também é muito utilizado, e há outros meios. O importante mesmo é conhecer as opções de ingresso que a IES disponibiliza, de modo a facilitar a entrada do vestibulando em um curso de formação superior.

O que cai no vestibular?

Como a gente disse — mas vale a pena reforçar —, o interessante é que, hoje em dia, as Instituições de Ensino Superior disponibilizam outros meios de ingresso em uma graduação. No modelo tradicional, porém, as provas, geralmente, ainda abordam aquilo que foi estudado no ensino médio.

Já quanto às demais formas de acesso, na Anhembi Morumbi, por exemplo, há vários caminhos possíveis. O primeiro deles é o vestibular da IES.

Nesse caso, você poderá fazer a prova de forma online. O processo é bastante simples: com a inscrição finalizada, o estudante deve acessar o link do exame que será enviado por e-mail e, então, responder às questões.

Depois disso, é só conferir o resultado na área do candidato no site da IES. Posteriormente, a matrícula poderá ser feita — inclusive, pelo WhatsApp.

O segundo caminho é aquele que chamamos de vestibular simplificado. Em termos simples, trata-se de uma forma mais rápida e prática de ingresso na IES, mas que é exclusiva da Anhembi Morumbi, viu?!

Nessa alternativa, o estudante elabora uma carta de apresentação. Então, o que foi submetido por ele será avaliado para definir a aprovação do acesso ao curso e à modalidade desejados.

Por fim, o terceiro meio de ingressar em um curso da Anhembi Morumbi é a partir da sua nota no Enem, como já abordamos. Realizando a inscrição, basta optar pela forma de ingresso “Enem” e seguir os passos até o fim. 

Como escolher uma boa faculdade de Arquitetura e Urbanismo? 

A seleção do curso de formação superior ideal para você, estudante, que almeja se tornar um arquiteto urbanista, é uma decisão superimportante e requer uma consideração bastante cuidadosa. Na prática, uma boa escolha engloba desde a avaliação da reputação da IES, passando pela matriz curricular, até chegar à estrutura da Instituição de Ensino disponibilizados para o seu curso — tudo deve ser avaliado.

Inicialmente, o recomendável é procurar uma IES que disponha de várias alternativas de acesso aos cursos, mostrando que está verdadeiramente antenada aos novos modelos de ingresso. Depois disso, lembre-se de que uma IES de qualidade também deve ter uma boa estrutura, como brevemente abordado, o que inclui:

  • manter um acervo digital rico;
  • oferecer cursos inovadores, de modo que a teoria e a prática sejam ensinadas em ambientes que façam o graduando se desenvolver.

Dessa forma, a IES levará o discente a criar a capacidade de pensar de modo diferente, preparando-o para o futuro.

Ainda nesse contexto, outras perguntas que você deve fazer a si mesmo são: “Qual é a composição do corpo docente?” e “Quão qualificados os professores dos cursos de graduação são?”. Para respondê-las, pesquise informações sobre os docentes da IES, verifique as qualificações e, claro, cheque a experiência profissional.

Muitas Instituições de Ensino Superior optam por constituir o seu corpo de docentes admitindo profissionais atuantes no mercado de trabalho, que podem trazer uma perspectiva prática valiosa aos graduandos. Acredite: a iniciativa é um diferencial!

Além disso, outros aspectos que você deve avaliar (e que farão a IES “ganhar pontos” se disponibilizá-los) abarcam:

  • a formação de parcerias e convênios — veja se a IES tem parcerias com empresas, associações, escritórios de Arquitetura e Urbanismo ou órgãos públicos, por exemplo, pois a medida tende a gerar amplas oportunidades de estágio, acesso a palestras e possibilidades maiores de networking;
  • uma boa acreditação e um excelente reconhecimento — certifique-se de que a IES é reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), mantendo em mente que o reconhecimento proveniente de órgãos profissionais, como o CAU, também é extremamente relevante;
  • uma boa avaliação e opiniões positivas — busque avaliações de estudantes atuais e ex-alunos sobre a IES, considerando também a sua reputação no mercado de trabalho.

A propósito, complementando os tópicos elencados acima, tenha em mente que é imperativo analisar os custos das mensalidades e outros gastos relacionados. No entanto, é claro, não se esqueça de que, hoje em dia, é possível ter acesso a muitas opções de financiamento, bem como vantagens na matrícula e inscrições em programas de auxílio financeiro do governo.

Aliás, a Anhembi Morumbi é uma ótima opção, viu?! Nós temos mais de 400 mil itens de acervo em nossas bibliotecas, e 80% dos nossos professores são mestres e/ou doutores.

Vale a pena destacar também que, além do curso de Arquitetura e Urbanismo, a Anhembi Morumbi tem mais de 150 cursos de graduação e pós-graduação. A nossa metodologia de ensino é moderna e inovadora, e disponibilizamos cursos com nota máxima no MEC.

 Quanto tempo dura o curso de Arquitetura e Urbanismo?

Em geral, a graduação na área tem uma duração média de cinco anos. O período é o tempo estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC) para a maioria dos cursos de formação superior no país.

Durante esses cinco anos, os graduandos passam pelas Unidades Curriculares teóricas e práticas, incluindo aulas de desenho, de projetos arquitetônicos, de planejamento urbano, entre outras. O curso também pode incluir estágios supervisionados, atividades práticas em laboratórios e a elaboração de projetos reais.

Quanto aos últimos elementos mencionados, é superinteressante destacar que os estágios obrigatórios e as atividades complementares podem variar entre as Instituições de Ensino Superior, mas, reforçando, a duração média de cinco anos é um padrão comum para a graduação em Arquitetura e Urbanismo no Brasil, como dito.

No entanto, é claro que a jornada acadêmica de um futuro arquiteto urbanista não precisa ser encerrada na graduação. É viável — e recomendável — fazer uma pós-graduação. Inclusive, há um campo vasto de opções.

Uma delas, por exemplo, é recorrer a um MBA em Gestão Estratégica de Pessoas. A qualificação vai capacitá-lo a formar e mobilizar equipes engajadas e inovadoras — tudo que um arquiteto urbanista precisa dominar, não é?!

Outro MBA interessante é o de Gestão de Projetos. No curso, o profissional vai aprender a como elaborar um planejamento estratégico e a como conduzir uma boa gestão de tempo, de recursos e, claro, de pessoas. 

Quais são algumas das habilidades e competências necessárias para ser arquiteto urbanista? 

Para ser um profissional da área de Arquitetura e Urbanismo bem-sucedido, é preciso combinar os conhecimentos técnicos, a criatividade e uma compreensão profunda das necessidades humanas. Antes de tudo, então, capacite-se para expressar ideias por meio de desenhos precisos e esteticamente atraentes, combinado?!

A aptidão para gerar soluções criativas e inovadoras diante de desafios arquitetônicos e urbanísticos será uma habilidade muito exigida. Por isso, ter pensamento crítico e analítico para encontrar abordagens únicas perante problemas complexos será um diferencial.

Em paralelo, o arquiteto urbanista deve ter uma compreensão profunda dos princípios estruturais, dos materiais de construção e das tecnologias associadas. Simultaneamente, é claro, é imperativo que o profissional disponha de um amplo conhecimento em normas e regulamentações de construção.

Por fim, outra competência necessária está relacionada ao planejamento urbano e regional, considerando aspectos sociais, econômicos e ambientais. Nesse caso, o talento precisa ter entendimento das dinâmicas de crescimento e de desenvolvimento das cidades.

Quais são alguns dos desafios da profissão de arquiteto e urbanista? 

Com poucas exceções, praticamente todo campo de atuação vai levar o profissional a encarar vários desafios — sejam técnicos, sejam pessoais. Na verdade, a vida de um arquiteto urbanista envolve uma série de obstáculos, que variam desde as questões criativas até os entraves relacionados ao ambiente de trabalho.

Inclusive, um deles é a necessidade de estar atualizado quanto às regulamentações e às normas locais, estaduais e nacionais. Cada município, por exemplo, tem as suas regras de construção, que tratam do limite de ocupação do terreno, do tipo de construção, dos recuos etc. Além disso, a adaptação constante às mudanças dessas normativas é essencial.

A natureza desse profissional é lidar com a complexidade dos projetos, haja vista que, muitas vezes, existem variáveis complexas, como restrições orçamentárias e considerações ambientais e sociais. Portanto, o exercício da função requer habilidades de resolução de problemas e pensamento estratégico.

Além disso, usualmente, os projetos arquitetônicos e urbanísticos — desde a concepção até a conclusão — demandam habilidades eficientes de gestão de tempo, de equipes e de recursos. O cumprimento de prazos geralmente apertados é outro desafio constante e que faz parte da rotina do arquiteto urbanista.

A propósito, não se deve esquecer de que esse profissional não trabalha sozinho. Ele pode ter um time de projetistas e/ou desempenhar as suas funções na obra, com os prestadores de serviços e outros colaboradores.

Nesse contexto, o maior obstáculo é manter uma comunicação eficaz não só com eles, mas também com os clientes. Na realidade, a compreensão das necessidades e das expectativas de diferentes partes interessadas e o seu gerenciamento constituem também um dos grandes desafios.

Como ser um arquiteto e urbanista bem-sucedido?

Para atingir o sucesso, é preciso haver uma união de vários fatores boa formação acadêmica, habilidades práticas e criatividade —, além de ter uma excelente postura profissional. Então, a primeira atitude é buscar uma graduação sólida, obtendo um diploma de uma IES reconhecida.

Com o conhecimento adquirido, aprimore as suas habilidades técnicas em softwares de design, modelagem tridimensional e desenho técnico. A iniciativa já fará você se destacar no mercado.

No que diz respeito à experiência, procure estágios e/ou oportunidades de trabalho que proporcionem um conhecimento prático em escritórios de Arquitetura, empresas de planejamento urbano ou órgãos governamentais. As Instituições de Ensino Superior podem auxiliá-lo.

Além disso, a participação em eventos da área, como conferências, congressos, palestras e workshops, ajuda a expandir o seu conhecimento e a sua rede profissional. Acredite: o networking pode abrir portas para incríveis oportunidades de emprego e de atuação em projetos colaborativos.

Um arquiteto urbanista bem-sucedido também deve acompanhar as tendências e inovações e estar ciente das mudanças nas regulamentações e nos códigos de construção, viu?!

Por fim, lembre-se de cultivar a criatividade e a originalidade nos seus projetos. É imperativo aprimorar as suas aptidões relativas à comunicação verbal e escrita, já que ser capaz de apresentar e de comunicar as suas ideias de maneira clara é fundamental.

Como e onde cursar Arquitetura e Urbanismo? 

O primeiro passo para escolher a IES ideal para você é fazer uma pesquisa por Instituições de Ensino Superior que “se alinhem” ao seu perfil. A medida tornará a sua adaptação durante a graduação mais fácil. 

Já em relação ao processo seletivo, como vimos, a maioria das instituições utiliza o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como modalidade de acesso. No entanto, há também a alternativa de prestar um vestibular interno, mas, para isso, verifique os requisitos específicos de cada IES.

Com mais de 50 anos de atuação, a Anhembi Morumbi é uma ótima opção para você, que busca o curso de Arquitetura e Urbanismo. Temos um sistema moderno de educação para preparar o estudante para encarar os desafios do mercado e para pensar de forma global.

A Anhembi Morumbi disponibiliza um curso de Arquitetura e Urbanismo que te ajudará a estar preparado para a carreira. Se você vem analisando as Instituições de Ensino Superior para ingressar nessa graduação, confira como é a formação na Anhembi Morumbi e inscreva-se!

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